Por Luiz Eduardo Nunes

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A reportagem busca mostrar como o chambari ultrapassa a dimensão gastronômica e se transforma em patrimônio afetivo, cultural e econômico, conectando tradição, identidade e empreendedorismo popular no Tocantins.

Mais do que um prato típico, o chambari se tornou um símbolo da identidade cultural e gastronômica do Tocantins. Reconhecido oficialmente como patrimônio cultural e gastronômico do estado em 7 de julho de 2017, o prato atravessa gerações e também fortalece o empreendedorismo local, sendo fonte de renda para feirantes, pequenos comerciantes, cozinheiros e empreendedores da culinária regional.

Tradicionalmente preparado com osso buco bovino cozido por longas horas, o chambari costuma ser servido acompanhado de arroz, mandioca, farinha, limão e pimenta. Popularmente conhecido como “cura ressaca”, o prato é bastante consumido durante o café da manhã, especialmente após festas e eventos, mas também marca presença no almoço de muitos tocantinenses.

Em Palmas, o chambari pode ser encontrado em espaços tradicionais da gastronomia popular, como a Feira da Gastronomia da 104 Sul, além de feiras livres, botecos e pequenos restaurantes espalhados pela cidade. A valorização do prato fortalece não apenas a cultura regional, mas também impulsiona pequenos negócios que mantêm viva a tradição culinária tocantinense.

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Por Luiz Eduardo Nunes, estudante do 8o período do curso de Jornalismo, sob a supervisão prof. Valquíria Guimarães

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Um Projeto de Pesquisa e Extensão idealizado para as atIvidades práticas de reportagem, produzido com a participação dos acadêmicos do curso de jornalismo da UFT.

Vinculado ao Núcleo de Jornalismo (NUJOR), o Calangopress funciona como laboratório para as atividades práticas do estágio, supervisionado pela Prof. Dra. Maria de Fátima de Albuquerque Caracristi.