Acessibilidade em alta no Festival Internacional do Circo em Taquaruçu.

Pollyanna Ferreira e Thalita David

Acompanhe as entrevistas com a Profa. Ingrid Assis e com Flávia Rodrigues, gestora de acessibilidade dos Kaco

A partir de quinta-feira, dia 2 de julho, começa o 13o Festival Internacional do Circo. A programação tem como foco a inclusão e acessibilidade.

Um dos projetos a serem apresentados é de fotografia tátil, resultado de uma pesquisa aplicada realizada pela prof. Dra. Ingrid de Assis, do curso de Jornalismo, com o apoio do prof. Dr. Warley Gramacho do curso de Ciência da Computação, ambos da UFT.

Fotografia analógica Versão da imagem em 3D

“O projeto tem a parceria do LabTec 3 D do curso de Ciência da Computação e visa gerar versões táteis das fotografias em versão tridimensional”, explica a professora Ingrid.

A estudante de jornalismo, Pollyanna Ferreira, é cega congênita, foi convidada a fazer parte do projeto e disse ter vivenciado uma experiência incrível, “tocar os objetos e poder identificar os formatos foi maravilhoso”.

Acolhimento é importante

Para a psicóloga Flávia Rodrigues, Gestora de Acessibilidade Cultural do Circo “Os Kaco”, toda programação tem o objetivo de acolher as pessoas que gostam de circo e de cultura popular.

“Nós teremos uma programação especial para as pessoas com deficiência no período da tarde, vamos fazer um tour pelo circo, para que elas possam conhecer e ter a vivência sensorial de todas as coisas”, explicou.

A programação vai ocorrer também na rua, os artistas vão desfilar em cortejo pelo distrito de Taquaruçu, neste momento serão disponibilizadas bicicletas adaptáveis para quem não pode caminhar.

“Teremos  interpretes de libras e áudio descrição nos espetáculos, depois do cortejo pelas ruas de Taquaruçu vamos nos reunir com o público na praça para troca das experiências vivenciadas”, explicou Flávia.

Equipe de Reportagem

Polly Ferreira

Polly Ferreira, CalangoPress

Thalita David, Projeto Inovajor

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Calangopress

Um Projeto de Pesquisa e Extensão idealizado para as atIvidades práticas de reportagem, produzido com a participação dos acadêmicos do curso de jornalismo da UFT.

Vinculado ao Núcleo de Jornalismo (NUJOR), o Calangopress funciona como laboratório para as atividades práticas do estágio, supervisionado pela Prof. Dra. Maria de Fátima de Albuquerque Caracristi.