Acompanhe a entrevista com o Secretário de Comunicação da Prefeitura, Élcio Mendes
A Lei de Cotas ( 8.213/91) é a grande responsável pelo aumento das contratações de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Quem pode falar sem medo de errar é a estudante de Jornalismo Pollyanna Ferreira, aos 24 anos, depois de defender o TCC com o tema Mercado de Trabalho para as PcDs, e com o apoio dos projetos institucionais como PIIP, PIBEX e PMAE, a estudante conseguiu uma vaga de estágio remunerado na Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Palmas.
O apoio institucional das universidades é definitivo na gestão da inclusão, e a parceria institucional entre os órgãos públicos é fundamental, como reconhece o diretor de Comunicação da Prefeitura de Palmas, o jornalista Élcio de Souza Mendes.
O secretário foi a primeira pessoa a ser entrevistada pela estudante Pollyanna no estúdio do curso de jornalismo da UFT, após a efetivação da contratação do estágio. A entrevista, projeto piloto, para os temas de acessibilidade e inclusão, inovação tecnológica e mercado de trabalho, abre pautas para novos temas correlacionados.

Mireia Carvalho, monitora de Acesibilidade, Elcio Mendes, secretário de Comunicação da Prefeitura de Palmas e Pollyanna Ferreira, estagiária da SECOM da Prefeitura
A equipe de apoio é composta pela estudante Mireia Carvalho, monitora de Acessibilidade e Inclusão Estudantil (PMAE), técnico do laboratório de Rádio, Fenelon Milhomem, sob a coordenação da professora Maria de Fátima de Albuquerque Caracristi, do Projeto Inovajor.
Taxa de contratação aumenta para PcDS
Embora a taxa de contratação ainda seja pequena em relação ao total de PcDs em idade de trabalho (17,5 milhões) e a informalidade ainda seja alta já se pode comemorar algumas conquistas.
Nas universidades federais, por exemplo, o número de Pessoas com Deficiência (PcDs) que ingressaram em todo o Brasil, quase triplicou em dez anos, passando de 10.435 em 2013 para 39.146 em 2023, o que só representa 1% do total de matrículas.
Segundo dados do MDHC, das 18,6 milhões de pessoas com deficiência, no Brasil, mais da metade são mulheres, com 10,7 milhões, o que representa 10% da população feminina com deficiência no País. O Nordeste foi a região com o maior percentual de população com deficiência registrada na pesquisa, com 5,8 milhões, o equivalente a 10,3% do total. Na região Sul, o percentual foi de 8,8%. No Centro-Oeste, 8,6% e, no Norte, 8,4%. A região Sudeste foi a que teve o menor percentual, com 8,2%.







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